Célio Sérgio Diniz Ribeiro, tenho 55 anos, nasci na cidade de Belém do Pará, resido em Benevides, município a 30 km de Belém. Sou casado há 27 anos com Raimunda Nonata da Costa Alves, que é uma voluntária e tenho duas filhas: Rafaela Cristina Alves Ribeiro de 25 anos, formada, Engenheira Civil e Bianca Vitória Alves Ribeiro de 20 anos, estudante universitária no curso de Pedagogia, na UFPA.
Trabalho na área contábil de uma indústria de tintas, na minha cidade.
Conheci o movimento a partir de um convite feito na escola quando cursava o ensino médio, para participar do Genfest realizado em Belém no ano de 1989.
Durante o evento me chamaram a atenção, a alegria, o entusiasmo daqueles jovens, as mensagens, as apresentações, gostei muito das músicas, das letras das canções, tudo isso me levou a conhecer os jovens do movimento, porém, eu não participei do movimento gen.
Sempre fui muito ligado à Paróquia, participei de grupo de jovens e sempre estive com os gens participando dos encontros que aconteciam, já que meu irmão foi gen.
Como o Centro Mariápolis se encontra na cidade que eu moro, sempre tive esta proximidade de participar da comunidade, participar dos encontros, reuniões da Palavra de Vida, das diversas atividades no Centro Mariápolis, o que me levou a conhecer mais profundamente o carisma da unidade e a Obra e isto foi a base da minha formação.
Depois que me casei e tivemos a nossa primeira filha, eu e minha esposa começamos a frequentar as reuniões de Famílias Novas, foi uma experiencia muito boa naquele momento, pois, estávamos iniciando a nossa família.
Durante um desses encontros recebi um convite por parte do Gonzaga, voluntário, para conhecer a vocação dos Voluntários de Deus e começar uma formação, meu irmão, na época já participava como Voluntário, porém, eu não conhecia a vocação.
Após um tempo de formação com o Gonzaga, vim a entrar no setor dos Voluntários.
Durante a minha caminhada no setor fui aprofundando a vocação. Fui responsável de núcleo, participei do Movimento Paroquial como aderente e posteriormente, como ponto de referência para o regional.
Atualmente, participo na Paróquia, na Pastoral do Batismo e em algumas atividades paroquias. Como empenho no setor estou como ponto de referência dos voluntários do regional Pará/Amapá.
Penso que ser Voluntário de Deus no mundo hoje nos desafia a testemunhar Deus Amor nas diversas realidades que encontramos no nosso dia a dia, seja na comunidade, na Paróquia, nos nossos grupos, no trabalho, exige que tenhamos um coração generoso, um coração dilatado, aberto aos irmãos necessitados, os pobres, os que sofrem injustiças. Dar testemunho, diante do relativismo, da falta de empatia, dos discursos de ódio. Enfim, devemos acreditar que é possível, se tivermos disponíveis a ação do Espírito Santo, construir juntos e tornar o mundo melhor e mais unido.